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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Amavas-me porra nenhuma!


Eu queria tanto que tu gostasses de mim da mesma maneira que eu gostei de ti. Queria tanto que tu me amasses com aquela intensidade toda que eu tinha ao te ver. Queria tanto que tu te esforçasses por nós com a mesma vontade que eu tinha de solucionar os problemas, de procurar uma forma de resolver as coisas e tentar que no final desse certo. Queria tanto que tu estivesses na disposição de fazer com que nós resultássemos em alguma coisa, que tu quisesses mesmo ouvir-me, que tivesses paciência para me escutar, que nos levasses a sério. Mas nós não podemos forçar as pessoas a gostarem de nós. Se nós temos que exigir alguma coisa é porque não está a ser recíproco, não está a haver amor. Às vezes a vida apronta-nos essas coisas. Acho que nós acabamos por nos perder em alguém para no final das contas nos encontrarmos ainda mais fortes, mais firmes, mais maduros. Eu pensava que te tinha perdido, mas dei-me conta de que a única coisa que eu perdi contigo foi o meu tempo.
Fui embora mesmo querendo tanto ficar, porque não basta um só querer. Sabes aquela frase: ”quem ama nunca desiste”? Eu passei a não acreditar nela quando te amei pra caralho e tive que desistir por falta de reciprocidade.
Eu até tentei. Eu tentei passar por cima dos problemas e dar-te mais uma chance. Eu tentei acreditar que tudo se iria acertar entre nós dois, tentei acreditar que ficaríamos bem de novo. Mas não deu. Não deu mais para acreditar em ti depois de tantas chances que te dei. Eu cansei de fingir que nada tinha acontecido, sabes? Cansei de, simplesmente, acreditar que estava tudo bem quando eu sabia que não estava. Cada pessoa só dá o que tem. Se tu não tinhas amor por mim, não havia razão para eu insistir que tu tivesses.
Eu percebi que tu foste embora no dia em que me ligaste e o meu coração não disparou mais. Eu percebi que tu te tinhas tornado passado quando toda esta situação parou de me magoar, quando eu encontrei a graça nisso tudo. Eu percebi que tu tinhas saído da minha vida quando te encontrei na noite e as minhas pernas não tremeram, quando te vi acompanhado de outra pessoa e torci para que desta vez tu te tornasses uma pessoa íntegra e parasses de magoar os outros. Tu deixaste de ser aquela pessoa que eu queria e passaste a ser a pessoa da qual eu me livrei, quando eu finalmente percebi que tu não valias a pena e que eu merecia bem mais.
Tu foste capaz de mentir a olhar nos meus olhos, tiveste a coragem de dizer que me amavas, que jamais me magoarias, que era tudo coisa da minha cabeça. No fundo eu senti, bem lá no fundo eu sabia que tu estavas a mentir, mas escolhi enganar-me, decidi acreditar em ti, porque afinal, tu dizias que me amavas e que quando amamos alguém devemos acreditar, não era? Tu foste capaz de me enganar, de usar o amor como um pedido de desculpas para camuflar o que tu tinhas feito, tu atiraste os nossos sonhos pela janela, varreste os nossos planos para debaixo do tapete e tiveste a cara de pau de dizer que me amavas. Amavas porra nenhuma!

(Source: Iandê Albuquerque)

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Estou de Volta (mais uma vez)

Boas, é de madrugada e mais uma vez e quase dois anos depois estou de volta à escrita aqui no blog.

É verdade quase dois anos sem escrever aqui um palavra, como o tempo passa...

O tempo passa mas continuo na mesma, com todas as minhas qualidades, defeitos e feitios, no entanto muita coisa mudou, outras nem tanto, vai ser interessante comparar o teor dos posts que vou colocar de hoje em diante com os que publiquei no passado.

Hoje venho só deixar uma musica que dado o minha condição actual, me acabei por identificar com ela e que nunca pensei que isso fosse acontecer...

É verdade mais uma vez aconteceu o que eu pensei que já não fosse possível acontecer, era impensável pensava eu, mas mais uma vez estou de coração partido...
(tenho um post sobre o síndroma do coração partido, que podes ver AQUI)

É verdade conheci uma pessoa que senti uma conexão imediata e bastante profunda, de tal forma que baixei totalmente a guarda, fui 100% sincero e eu mesmo, sem mind games, sem jogos, sem manipulações, do mais genuíno possível...pois...pelos visto não foi o suficiente.

Às vezes simplesmente as pessoas não conseguem aproveitar o presente para construir um futuro porque estão a carregar o passado às costas, é impossível ver quem está a nossa frente quando estamos a olhar constantemente para trás...

Pois infelizmente foi o que aconteceu, a pessoa em questão veio com uma carga tao negativa do passado que não foi capaz de viver o presente para construir um futuro em conjunto comigo.

Talvez seja um romântico incansável, e ainda acredite nas pessoas e que ainda há pessoas genuínas e com a capacidade de se dar a conhecer de verdade...

Mas pronto, como alguém muito sábio disse uma vez "enquanto não aparece a pessoa certa vamo-nos divertindo com as erradas".

O tempo tudo cura, pensamento positivo.



Beijos e abraços, até breve!!

terça-feira, 19 de março de 2013

Crianças falam sobre o amor

Conheça estes surpreendentes experts em amor verdadeiro. 
É tão simples e tão verdadeiro quando somos crianças..

terça-feira, 1 de maio de 2012

No Name

Olá caros amigos!

A historia que vos trago hoje "bateu-me" como uma autentica lufada de ar fresco, que nos faz recordar a inocência da adolescência, as paixões ou aquele amor que nos tiravam o fôlego nos deixavam com o coração "a mil" quando via-mos aquela pessoa, o nervoso miudinho...as palmas das mãos suadas...enfim...

Num daqueles programas de caça talentos, neste caso o Britain's Got Talent 2012, apareceu um rapaz, o Ryan O'Shaughnessy de 19 anos, que compôs uma musica sobre sobre o que sente por uma amiga pela qual está apaixonado a alguns anos, nunca tinha tocado a musica para ela e ela não sabe que ele esta perdidamente apaixonado por ela mas saberá que a musica é para ela quando a ouvir, e a primeira vez que ela vai ouvir a musica e pela televisão nacional...uma autentica declaração de amor, uma atitude de romantismo e coragem brutais.

A musica e a letra são deveras bonitas e foi interpretada de uma forma tão verdadeira e sincera que nos toca, e se observarmos as imagens todas as mulheres naquela sala de audiências naquele momento desejaram que alguém lhes fizesse uma declaração assim tão verdadeira ou que a musica fosse para elas....é realmente um momento magico

Fica o vídeo, julguem por vocês, a mim convenceu-me =)

A musica chama-se "No Name":

domingo, 19 de fevereiro de 2012

"Só de mim"

Olá caros amigos :)

Hoje venho cá deixar-vos um vídeo que vi no facebook de uma amiga e achei incrivelmente bem conseguido, cada palavra, a forma como foi filmado e a montagem estão mesmo boas.
É possível que muitos de vós se identifiquem com a mensagem que é passada no vídeo, eu próprio se o tivesse visto em outra fase da minha vida com certeza que teria ficado a "bater" com a cabeça na parede depois de o ver, ao invés de prestar atenção ao detalhe de todo o vídeo, a cada palavra, cada frase, cada imagem, cada frame...

Felizmente há um tempo para tudo, cada pessoa que "perdemos" também nos "perde" a nós, e neste momento posso dizer que o vídeo é simplesmente fabuloso, aconselho, e adorei cada segundo, o actor está de parabéns e todo o pessoal e trabalho desenvolvido por trás das cameras também.



O "Só de mim", conta a história de alguém que já teve tudo, e que só se apercebeu disso depois de perder.

Só de mim - With English Subtitles-http://vimeo.com/36954813

Direitos Autorais Reservados á:
Diffuse ( www.diffuse-studios.com e www.vimeo.com/diffusestudios ),
Actor: Diogo Lopes
Escrito por: Ana Luisa Bairos, Joana Pacheco
Texto revisto por: Margarida Vaqueiro Lopes
Operadores de câmara: Ana Luisa Bairos, Duarte Domingos
Pós-produção vídeo: Ana Luisa Bairos
Pós-produção áudio: Alexandre Pereira
Música original: Alexandre Pereira
Realização: Ana Luisa Bairos
Agradecimentos especiais: Eva Barros, Isa Pinheiro
(Visitem o blog da escritora Ana Luisa Bairos http://www.doceparaomeudoce.blogspot.com/ )


"Tu não sabes quem eu sou, mas eu sei quem tu és... e só preciso de um minuto da tua atenção.

Espero que saibas a sorte que tens. O quanto eu gostaria de estar na tua pele. Poder estar na mesma cama que ela todas as manhãs. Ajudá-la a acordar da má disposição matinal.

Espero que saibas que ela não te vai falar enquanto não lavar os dentes. Não é por mal... é por medo de perder o encanto aos teus olhos. Que a consideres um ser humano comum.
Espero que saibas que ela gosta de aproveitar cada raio de sol, e que o café a deixa mal disposta.

Escolhe a roupa que vai vestir na noite anterior, só para poder ter mais cinco minutos de sono pela manhã. Que o despertador toca cinquenta vezes até que se levante, e que mesmo assim, consegue chegar a horas.

Quero também dizer-te que ela adora histórias do fantástico. Mas não de terror! Que é capaz de saber o nome de todas as personagens de um livro antigo, mas que não se vai esforçar para decorar o nome de todos os teus amigos...
Porque ela... ela é que sabe de si.

Tu nunca serás uma sorte para ela. Sorte é poderes tê-la na tua vida.
Sabes?
Ela não é uma romântica por natureza, mas uma demonstração espontânea da tua parte vai fazê-la fraquejar. Porque ela é segura e doce ao mesmo tempo.

Ela não sabe cozinhar, mas vai esforçar-se para fazer o teu prato preferido. E se não estiver bom ela vai rir-se do falhanço, em vez de corar.

E quando ela ri... eu tenho vontade de chorar. Não de tristeza, mas porque cada gargalhada é como uma nota musical que toca ao coração e me faz querer dançar.

Ela é tudo o que eu queria e nunca soube que tive.

Aprende que a arritmia que sentes com ela é normal! E que a falta dela é um vazio igual à morte.
Espero que sejas tudo aquilo que eu nunca fui.
Espero que a trates bem.
Porque se lhe partires o coração vais perdê-la para sempre.
Pudesse eu ter lido o futuro..."

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Só mesmo na América...

Coisas destas só mesmo na América meus caros amigos...mas que cena brutal...


Gostava de um dia poder fazer algo assim...um dia...talvez...quem sabe...volte a acreditar e a sentir :)

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A minha selecção 1 :)

Meus caros deixo aqui a minha selecção de musicas para os apaixonados:












Aproveitem e espero que gostem :)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Love Hurts



"Síndrome do coração partido: Uma nova doença

Doença moderna

A Síndrome do Coração Partido continua sendo um mistério para grande parte da comunidade médica em todo o mundo. A síndrome é uma doença recente, que tudo indica ser fruto do estilo da vida moderna. Os primeiros casos foram detectados por pesquisadores japoneses no início dos anos 1990.

O nome técnico da Síndrome do Coração Partido é Cardiomiopatia de Takotsubo. Dois terços dos pacientes são mulheres na faixa pós-menopausa, que passam por eventos fortemente emocionais ou por grande estresse físico.

Parece ataque cardíaco, mas não é

Os sintomas são praticamente os mesmos de um ataque cardíaco. Contudo, o quadro somente se agrava radicalmente em cerca de 20% dos casos, exigindo os mesmos cuidados de emergência que um ataque cardíaco. Nos demais casos, principalmente quanto o atendimento é rápido, todos os pacientes que superam as primeiras 48 horas sobrevivem e têm recuperação total, sem sequelas.

Estes primeiros dados compilados sobre a nova doença são de uma pesquisa conduzida por médicos do The Miriam Hospital (Estados Unidos) e que serão publicados no exemplar de Abril do American Journal of Cardiology.

"Pode ser difícil para os cardiologistas e médicos da emergência diagnosticarem e tratarem de pacientes com síndrome do coração partido. Entretanto, estes dados irão nos ajudar a entender melhor o processo da doença e poderão desempenhar um papel importante no desenvolvimento de melhores estratégias de tratamento," diz o Dr. Richard Regnante, coordenador da pesquisa.

Reação aos hormônios do estresse

Os especialistas acreditam que os sintomas possam surgir pela reação do coração a uma grande liberação de hormônios do estresse, como a adrenalina, fazendo com que uma parte do coração enfraqueça temporariamente ou fique enrijecida (cardiomiopatia), embora o mecanismo exato ainda seja desconhecido.

Entretanto, tudo indica que a síndrome do coração partido é temporária e totalmente reversível.

Origem emocional

Segundo o estudo, 67% dos pacientes foram expostos a algum tipo de estresse físico ou emocional, como notícias ruins sobre um familiar, uma briga doméstica ou acidentes de carro.

"Alguns acreditam que a síndrome é simplesmente uma forma de ataque cardíaco que 'aborta' a si mesmo logo no início e, desta forma, não deixa danos permanentes no músculo cardíaco. Outros afirmam que a síndrome não tem nada a ver com as artérias coronárias e é simplesmente um problema com o músculo do coração," diz Regnante.

Contudo, os pesquisadores também descobriram uma forte correlação entre a síndrome do coração partido e a época do ano, ocorrendo mais na primavera e no verão, enquanto a maioria dos ataques cardíacos ocorre no inverno.

O próximo passo da pesquisa será encontrar pacientes da ainda rara síndrome do coração partido para efetuar um estudo baseado em ultrassonografia cardiovascular, em busca de mais informações sobre mais esta doença da modernidade."

in: http://sciencetolife.com.br/news.php?article=sindrome-do-coracao-partido--surge-nova-doenca-da-modernidade&id=3989


E esta hein??? sempre a aprender :)

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Nothing But Love

Já passou a primavera e já entrou o verão, mas para quem só agora se esta a apaixonar, ou para que se irá apaixonar varias vezes durante o verão lllooooooolll, convido-vos a ouvir esta musica, e a prestar atenção a letra, muitas vezes ouvimos as musicas, mas não "ouvimos" as letras, e com isso perdemos metade da coisa, por norma as letras das musicas (dependendo da banda) também transmitem mensagens ou definições de algo, talvez se ouvisse-mos as musicas num todo e não só porque fica no ouvido muitas vezes podíamos aprender coisas novas, reflectir sobre algo ou relembrar algo que já sabemos ou sentimos algures no tempo e muitas vezes não nos lembramos ou não demos o devido valor.
Portanto meus caros e minhas caras deixo-vos esta musica, que eu acho particularmente bonita tanto a parte musical como a letra:


"
Nothing but love can last forever
Nothing but love can start
To mend the place inside your heart that needed healing
Nothing but love can last forever
Nothing but love will start
To make your head spin round & round
You know you're feeling love"

Espero que vos toque de alguma forma, a mim tocou, hoje dormi apenas 3 horas mas acordei particularmente bem disposto e romântico :)
Será que me vou apaixonar hoje?
Duvido, mas nunca se sabe, cada estranha com que me cruzo todos os dias na rua é uma potencial paixão ou amor, nunca podemos negar a partida algo que desconhece-mos, o coração tem razões que a própria razão desconhece.

Beijos e abraços
Vasco

sexta-feira, 27 de maio de 2011

3 questões sobre Amor

1-Amar o que é??

Como viver sem ser amado? E sem amar? Mas cuidado com os enganos. O reflexo não é a luz, o espelho não é a face. A mulher da minha vida não é a mulher de um só instante. Contentar-se com pouco no amor, é não conhecer o amor.

Entre as muitas formas de amar, há a amizade, o amor dos pais pelos filhos, o amor que conduz ao sacrifício por alguém. O amor exclusivo de uma mulher e de um homem que se unem pelo matrimónio. O amor que nos surpreende para o bem de uma causa grandiosa.

Para encontrar a verdade do amor entre um homem e uma mulher, é necessário reflectir: o que é que nele, ou nela, exerce em mim esta atracção?
- Será a utilidade ou os serviços que o outro pode me prestar?
- Será o prazer (qualquer que ele seja) que eu experimento quando estou com ele, e que nós podemos partilhar em conjunto?
- Serão os sentimentos que eu experimento em relação ao outro?
Uma relação fundada assim, como facilmente se percebe, seria imperfeita: o outro acabaria por ser reduzido a um objecto. Ele seria um meio para mim. Paradoxalmente, eu estou, com efeito, voltado para mim mesmo.

Amar verdadeiramente, é amar a outra pessoa por ela mesma. Um amor profundo é, em primeiro lugar, sentir-me de tal maneira atraído pelo outro que eu desejo a sua felicidade. Não o amo unicamente por causa daquilo que ele me dá, mas o amo em primeiro lugar por ser ele (ou ela).
Com muito mais razão ainda, numa relação assim, as duas pessoas serão suscetíveis de experimentar sentimentos, prazer, ou de se prestarem serviços mutuamente. Mas o fundamento da relação é a própria pessoa, muito além das suas qualidades e defeitos aparentes.

Amar implica portanto da minha parte, uma escolha livre: é decidir amar o outro, voltar-me livremente de forma decidida em direcção ao outro. Não se pode amar verdadeiramente sem uma certa doação da nossa liberdade ao outro. Supõe-se que essa decisão seja recíproca, pois aí está a condição da relação, uma vez que procurar a felicidade daquele ou daquela que me ama, é contribuir para a minha própria felicidade. O amor é assim: dom mútuo e livre.

Claro que nem sempre é assim tão fácil.

Nós estamos sujeitos às mudanças de humor, à rotina da vida quotidiana, às dificuldades que podem surgir, ao nosso egoísmo também. O amor é frágil... Será que eu ainda o vou amar daqui a 20 anos? Serei eu capaz de suportar este ou aquele defeito? Será o amor possível ao longo de toda a vida? Nas dificuldades, na doença?

Na realidade, se a nossa relação está enraizada numa decisão livre e recíproca, ela pode crescer. Porque o amor não é dar de uma vez por todas. Desconfiemos do "amor à primeira vista" que, mesmo sendo cheio de entusiasmo, não passa de uma emoção muito forte que não corresponde forçosamente a um amor profundo.

Se o amor é uma relação pessoal, então ele se constrói e se aprofunda com o tempo e numa confiança cada vez maior um no outro. Isto faz-se no diálogo, renova-se dia a dia através dos gestos e das atitudes que mostram ao outro o lugar privilegiado que ele ocupa na nossa vida. E os acontecimentos, as dificuldades e as alegrias partilhadas podem também contribuir para uma intimidade cada vez maior, na medida em que, acima das dificuldades, existe o fato de nos voltarmos um para o outro.

O amor não é portanto a simples fusão de duas pessoas, mas o dom mútuo de dois seres livres, com tudo o que eles são: corpo, coração e espírito, assim como o bem precioso que é a vida. A lógica do amor é aspirar a um dom definitivo. Só uma decisão recíproca e para o resto da vida, permite que o amor humano atinja um certo absoluto, podendo assim satisfazer o nosso coração.


2-Como podemos ter certeza de amar alguém de verdade??
A experiência mostra (por vezes dolorosamente) que nestes casos, nem sempre se consegue ver as coisas de uma forma muito clara. Em todo caso não é muito fácil estar seguro de si mesmo ou dos seus sentimentos, e apoiar-se em provas e sinais muito reais.

Isto se explica pelo fato do amor não ser como uma ideia (definível) ou um fenómeno material (possível de medir), ele está dentro do "campo da escolha". E portanto, pegando uma frase de S. Boaventura: "A medida do amor - e o seu critério - é o amor". No entanto existem alguns critérios "práticos" (mas não exaustivos):

Será que eu amo o meu amigo(a), ou antes amo o amor que sinto por ele(ela)? Muitas vezes estamos de tal maneira admirados com o sentimento extraordinário que reveste o amor, que podemos deixar de dar atenção ao outro...

Sendo assim, a pergunta não seria: "será que eu o(a) amo?", mas sim: "será que eu tenho o desejo de o(a) amar?" (uma vez que o amor não é um sentimento, mas mais uma decisão, uma escolha, um "querer amar").

Por fim, não esqueçamos que o amor é uma relação entre duas pessoas! Só se pode falar de amor se houver reciprocidade. O melhor meio de verificar se existe ou não, é fazer a pergunta (no momento certo e com tacto!) àquele ou àquela que é o objecto das minhas ternas afeições!



3-E as discussões...e os conflitos?

Que diriam vocês de um casal que não tivesse a menor discussão? Não perguntariam qual dos dois teria absorvido o outro?

A diferença entre o homem e a mulher é de tal forma extraordinária, que permite, através de uma abordagem diferente das coisas, um enriquecimento mútuo, desde que percamos tempo escutando um ao outro e tentando nos compreender: troca de pontos de vista, discussões, às vezes sérias, mas que ajudam o amor a crescer para um maior conhecimento.

Claro que - e todos sabemos disto, mesmo os que não são casados - pode acontecer que alguém esteja de tal forma apegado às suas ideias e empenhado em as impor, que não esteja nada disponível para escutar o outro. É então que se dá mal! Nenhum assunto é tratado de forma profunda, sem que se acrescente umas pequenas sentenças irónicas ou de condenação... Porque todos esses comentários inofensivos ferem o outro, uma vez que eles não o respeitam. E nós vamos reagir segundo os nossos diferentes temperamentos: explodindo, fechando-nos no mutismo ou na amargura, contra-atacando.
O amor vai para a guerra... O medo e a desconfiança tentam tomar lugar.
Guardar no seu coração amargura ou rancores, ficar remoendo o seu desentendimento, eis o veneno para o amor.
A doença é grave, mas não é mortal...

O tratamento? Decidir acabar com os maus sentimentos e por vezes parar com as interpretações da imaginação. "Eu quero tentar continuar a te amar", dizia uma menina à sua irmã caprichosa. Esta decisão de amar de novo, de reabrir o seu coração ao outro, de o acolher e de o aceitar tal como ele é, de o ver com um olhar novo, é o que chamamos perdão. Não é apagar o passado como se ele não tivesse existido, mas é, apesar do passado, recomeçar com uma esperança e uma força novas. "Peço-te perdão por todas as vezes em que não o fiz desde que nos casamos (ou seja, em 20 anos, nunca)". Foi como se nós tivéssemos nos casado de novo, contava a senhora, o nosso casamento reencontrou a vida.
Em todas as vidas, há conflitos. Pelo perdão, eles podem, em vez de matar o amor, contribuir para fazê-lo crescer.
in http://www.1000questions.net/pt/50q/


Deixo-vos também uma autentica historia de amor verdadeiro e profundo entre duas pessoas:
Um rapaz e uma rapariga estão noivos, entretanto algo muda...! O resultado? A prova que o amor resiste a tudo e move montanhas quando e verdadeiro.
A historia esta descrita nos seguintes videos:



sábado, 21 de maio de 2011

O amor aos olhos de uma criança


Resolvi trazer aqui a descrição do Amor feita numa pesquisa feita por profissionais de educação e psicologia com um grupo de crianças dos 4 aos 9 anos de idade. Estas descrições provam que as crianças são maravilhosamente ingénuas, e que a bondade e sinceridade habitam os seus corações.
É uma pena que a Vida transforme por vezes, algumas destas maravilhosas crianças, em pessoas más.

As crianças são sábias... vamos aprender juntos???


“Amor é quando alguém te magoa, e tu, mesmo muito magoado, não gritas porque sabes que isso vai ferir os sentimentos da outra pessoa.” - Mathew, 6 anos

“Quando a minha avó ficou com artrite, e deixou de poder dobrar-se para pintar as unhas dos pés, o meu avô passou a pintar as unhas dela, apesar dele também ter muita artrite.” - Rebecca, 8 anos

“Amor é quando uma menina põe perfume e o menino põe loção pós-barba, depois saiem juntos e se cheiram um ao outro.”

“Eu sei que a minha irmã mais velha me ama porque ela dá-me todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras.” - Lauren, 4 anos

“Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, apesar de se conhecerem há muito tempo.” - Tommy, 6 anos

“Quando alguém te ama, a forma de dizer o teu nome é diferente...” - Billy, 4 anos

“Amor é quando sais para comer e ofereces as tuas batatinhas fritas sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela.” - Chrissy, 6 anos

“Amor é quando a minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, para ter a certeza que está ao gosto dele.” - Danny, 6 anos

“Amor é quem está com a gente no Natal.” - Bobby, 5 anos

“Se queres aprender a amar melhor, deves começar com um amigo de quem não gostas.” - Nikka 6 anos.

“Quando contas a alguém alguma coisa feia sobre ti próprio, e ficas com medo que essa pessoa por causa disso deixe de gostar de ti, aí ficas mesmo surpreendido, que descobres que não só te continuam amando, como ainda te amam mais!” - Samantha , 7 anos

“Há dois tipos de amor: o nosso amor e o amor de Deus. Mas o amor de Deus consegue juntar os dois.” - Jenny, 4 anos

“Amor é quando a nossa mãe vê o nosso pai chegar suado e mal cheiroso e ainda diz que ele é mais bonito que o Robert Redford.” - Chris, 8 anos

“Durante a minha apresentação de piano, eu vi o meu pai na plateia, acenando-me e sorrindo. Era a única pessoa que fazia isso, e eu não sentia medo.” - Cindy, 8 anos

“Amor é quando dizes a um rapaz que a camisa que ele usa é muito bonita, e ele a veste todos os dias.”

“Não deveríamos dizer amo-te a não ser quando realmente o sentimos. E se sentimos, então devíamos dizê-lo muitas vezes. As pessoas esquecem-se de o dizer.” - Jessica, 8 anos

“Quando amas alguém, os teus olhos sobem e descem, e pequenas estrelas saem de ti!

“Amor é quando o teu cão te lambe a cara, mesmo depois de o teres deixado sozinho o dia inteiro.” - Mary Ann, 4 anos

"Deus poderia ter dito palavras mágicas para que os pregos caíssem do crucifixo, mas ele não disse isso. Isso é amor" - Max, 5 anos

Para que se possa viver o amor não é preciso procurar muito, ele está nas pequenas coisas...
Apenas ame como criança, e será muito feliz.

Abraços
Vasco